00:0727 Maio 2009
O amor libera, não encarcera
Mesmo sendo livres para nos apaixonar ou para sentirmos atraídos por alguém e, embora a ninguém esteja correto invadir os assuntos alheios, eu gostaria de explicar o quanto é importante não perder de vista o esforço pelo nosso desenvolvimento pessoal.
Claro que no amor não há regras, assim como no matrimônio e ninguém tem o direito de restringir o outro de maneira alguma. Mas causa muita pena ver uma mulher envolvida em relações frívolas causadoras de sofrimentos e angústia, quando deveria ser plenamente satisfeita e feliz.
Meu mestre dizia que quando uma mulher estabelece relações partindo de sua própria dignidade, todos os problemas se resolvem. Ao contrário, quando uma mulher adota uma atitude impensada, e toma o amor de maneira apressada, invariavelmente termina por lamentar-se e sofrer. Por suposto, isto não se aplica apenas às mulheres.
Para mim, o amor deveria ser uma força para nos ajudar a expandir nossa vida e fazer emergir nosso potencial com nova vitalidade. Mas, ainda que isto seja o ideal, muito freqüentemente perdemos a objetividade ao nos apaixonar. No entanto, há perguntas que valem a pena fazer: "Essa pessoa me inspira desejos de trabalhar mais e melhor ou me distrai do que tenho que fazer?
Encontrei esse trecho lendo um site do meu amigo Adriano(vulgo Lord Horus dos tempos de Warcraft). Tem sido uma fonte muito boa de leitura e recomendo a todos.
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Leonardo F. F. Leal